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17/11/2020

Vitamina D: a melhor amiga dos ossos, intestino e rins


Se nos anos 90 e 2000 muito se falava sobre vitamina C e a ingestão de suco de laranja, a última moda, já duradoura, entre os compostos, é a vitamina D.

O que muita gente não sabe é que a vitamina D encontrada nos alimentos é bem baixa, ficando entre 10 e 20% e podendo ser encontrada em pratos como o bacalhau, ovos, cogumelos, sardinha e outros peixes.

Quais os benefícios da vitamina D?
Ter um valor de vitamina D controlado e dentro dos índices saudáveis para o composto só traz benefícios à saúde de qualquer paciente.

Sua atuação age nos ossos, intestino e nos rins, principalmente, por regular o cálcio e fósforo do organismo, equilibrando órgãos e células. Além disso, estudos já relacionam que a medida certa de vitamina D pode controlar doenças crônicas, imunológicas e infecciosas.

A importância da reposição da vitamina D
Alguns grupos específicos de pessoas apresentam maior risco para a deficiência da vitamina D e são elas:
  • Idosos;
  • Lactantes e gestantes;
  • Diabéticos;
  • Pessoas com obesidade;
  • Pacientes com câncer
Além deles, pessoas com osteoporose, doença renal crônica ou insuficiência cardíaca também tendem a apresentar menores índices de vitamina D no sangue.

Nesses e em outros casos de baixa vitamina D, os sintomas são, em geral, os mesmos: raquitismo, osteoporose e até maior ocorrência de infecções.
Sobre sua reposição, devemos ter em mente o quanto deve-se cuidar para não exagerar: a superdosagem de vitamina D também pode trazer problemas e sobrecarregar rins, por exemplo.
Para isso, o controle via exame de sangue é de extrema importância e o que será responsável pelo aumento ou diminuição das doses administradas.

Como reter vitamina D?
Por via das dúvidas, tome sol. Cada pele e cada pessoa tem seu tempo certo para isso, mas, em geral, 15 minutos diários de exposição ao sol sem proteção solar. Nesse momento, deixe que o máximo de partes do corpo recebam a luz solar, isso faz toda a diferença.

Uma observação importante é que ambientes fechados por vidro, por exemplo, não possibilitam a absorção necessária de raios UVB, logo, não podem ser contabilizados como o tempo mínimo diário de contato solar.

Outra forma de obter a vitamina D é ingerindo o composto em forma de cápsulas ou gotas, conforme indicado por um médico e baseado em exames de sangue e um diagnóstico preciso.

Do mais, uma vida saudável, com uma rotina minimamente organizada e pensada também em momentos de relaxamento e tranquilidade – com aquela dose diária de sol e uma boa alimentação – têm tudo para contribuir com a absorção da vitamina queridinha de tantos, a vitamina D.
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